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sexta-feira 2 de janeiro de 2004 por terrazul

Filiações

 Rede das ONGs da Mata Atlântica O Instituto Terrazul está filiado à Rede de ONGs da Mata Atlântica. A Rede foi criada em 11 de junho de 1992, durante a ECO 92. Tem como objetivo o intercâmbio de informações e a articulação entre as entidades que atuam pela preservação e desenvolvimento sustentado da Mata Atlântica. Fazem parte da rede 224 ONGs de 17 estados. A RMA atua principalmente no terreno político, refletindo sua concepção como foro de debate e instrumento de representação da sociedade civil. Desde sua criação, a RMA tem atuado junto aos parlamentares e ao poder executivo brasileiro, conquistando importantes vitórias legais e políticas para a conservação da floresta tropical mais ameaçada do planeta. Dentre as iniciativas mais importantes, podemos destacar o Conselho Nacional de Meio Ambiente, a criação do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, a Reserva da Biosfera da Mata Atlântica e os Planos de Manejo de Espécies da Mata Atlântica.

A Mata Atlântica é considerada uma das grandes prioridades para a conservação de biodiversidade tanto no Brasil quanto nos outros países do continente americano. A cobertura florestal está estimada hoje em dia a cerca de 7,6% da área original de aproximadamente 1.306.421 km2. Distribuído por mais de 17 estados brasileiros, este bioma é composto de uma série de ecossistemas altamente diversificados, determinada pela proximidade da costa, relevo, tipos de solo e regimes pluviométricos. Apesar da devastação acentuada, a Mata Atlântica ainda contém uma parcela significativa da diversidade biológica do Brasil.

 Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e Desenvolvimento (FBMD) O Instituto Terrazul participa do Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e Desenvolvimento. O Fórum foi criado em 1990 visando facilitar a participação da sociedade civil na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNCED), no Rio de Janeiro em 1992. A base do Fórum é composta de 423 organizações da sociedade civil que comungam com o ideal de uma sociedade mais justa e igualitária e de um uso sustentável dos recursos naturais. O Fórum tem em seu âmbito Grupos de Trabalho e Redes formados por iniciativas de organizações-membros, que têm por objetivo qualificar posições com relação a temas e políticas, a saber: 1) o GT Socio-Biodiversidade; 2) o GT Florestas; 3) a Rede de Educação Ambiental; 3) a Rede Mata Atlântica; 4) a Rede Água; 5) a Rede Clima e; 6) a Rede Cerrado. Desde a sua criação, o Fórum realizou 12 Encontros Nacionais. O Fórum tem procurado participar também de eventos internacionais relativos à implementação de compromissos ligados ao desenvolvimento sustentável. Destacam-se as participações do Global Environmental Facillity - GEF, em reuniões da Comissão de Desenvolvimento Sustentável da ONU, em Conferências das Partes da Convenção da Biodiversidade, em reuniões do Painel de Florestas e em reuniões internacionais de ONGs.

No Brasil, em 1997, o Fórum participou na criação da Comissão de Políticas de Desenvolvimento Sustentável e Agenda 21 - CPDSA21, subordinada à Câmara de Recursos Naturais da Casa Civil Presidência da República. Com a avaliação da implementação da Agenda 21, cinco anos após a Rio-92, o Fórum promoveu diversas iniciativas, entre elas um balanço das experiências e propostas para o desenvolvimento sustentável na perspectiva das ONGs e movimentos sociais. O Fórum também tem participado ativamente das discussões sobre políticas públicas voltadas para a Mata Atlântica e a Amazônia e sobre os seguintes projetos de lei: Sistema Nacional de Unidades de Conservação - SNUC, Leis de Patentes e de Cultivares e Lei de Crimes Ambientais.

 Rede Terra do Futuro (Suécia) O Instituto Terrazul está filiado à Rede Terra do Futuro/Framtidsjorden, uma rede internacional de organizações não-governamentais que trabalham pela conservação do meio ambiente, vinculando suas atividades com a defesa das comunidades sociais e a preservação da diversidade cultural. A Terra de Futuro é uma ONG que tem uma tradição na área ambiental. Criada a partir da fusão das organizações "Amigos da Terra - Suécia" e "Futuro em Nossas Mãos - Suécia", tem colaborado sistematicamente com grupos que trabalham com agricultura ecológica, reflorestamento, preservação e reconstituição de florestas tropicais, cooperativismo e informação, na Ásia, África e América Latina.

A Terra do Futuro promove o desenvolvimento de alternativas aos sistemas de produção que atualmente são uma ameaça para o meio ambiente. Visa a um desenvolvimento ecológico e socialmente justo que satisfaça as necessidades básicas das pessoas sem destruir os sistemas ecológicos, e sem pôr em risco o futuro das próximas gerações. Todas as suas iniciativas estão voltadas ao desenvolvimento sustentável e baseadas nos princípios da ecologia, da autogestão e da cooperação. Os campos de atuação englobam áreas muito diversas como a agricultura orgânica, a ecologia urbana e a educação ambiental.

 Rede Brasileira de Justiça Ambiental O Instituto Terrazul faz parte da Rede Brasileira da Justiça Ambiental. Entre os dias 24 a 27 de setembro de 2001, representantes de movimentos sociais, sindicatos de trabalhadores, ONGs, entidades ambientalistas e indígenas provenientes do Brasil, dos Estados Unidos, do Chile e do Uruguai se reuniram no Colóquio Internacional sobre Justiça Ambiental, Trabalho e Cidadania, para denunciar a preocupante dimensão ambiental das desigualdades econômicas e sociais nestes países. De fato, a injustiça ambiental se caracteriza pelo mecanismo pelo qual sociedades desiguais, do ponto de vista econômico e social, destinam a maior carga dos danos ambientais do desenvolvimento às populações de baixa renda, aos grupos raciais discriminados, aos povos étnicos tradicionais, aos bairros operários, às populações marginalizados e vulneráveis. São os grupos sociais de menor renda que têm menor acesso ao ar puro, à água potável, ao saneamento básico e à segurança fundiária.

A Rede Brasileira de Justiça Ambiental representa o marco conceitual adequado para integrar as dimensões ambiental, social e ética da sustentabilidade e do desenvolvimento. Sus principais objetivos são 1) a elaboração de uma "Declaração de Princípios da Justiça Ambiental no Brasil", 2) a criação de centro de referência de Justiça Ambiental, 3) a promoção de um diálogo permanente entre os atores das lutas ambientais, 4) o desenvolvimento de instrumentos destinados à promoção de justiça ambiental, 5) pressionar os órgãos governamentais e as empresas para que divulguem informações sobre as fontes de risco ambiental; 6) a contribuição para o estabelecimento de uma nova agenda de ciência e tecnologia, e, 7) a promoção de uma articulação internacional no campo da cooperação científica. A declaração de lançamento da Rede Brasileira de Justiça Ambiental já foi assinada por numerosas organizações e está aberta para assinaturas de entidades que queiram apoiar ou fazer parte da Rede.

 REBRIP. Rede Brasileira de Integração dos Povos

 Aliança Social Continental ASC foi criada durante a Primeira Conferência dos Povos das Américas, em Santiago de Chile em abril de 1986, por vários grupos de cidadãos de todo o continente americano, para desenvolver estratégias e ações comuns relacionados à integração econômica. A REBRIP (Rede Brasileira para a Integração dos Povos) é o órgão brasileiro que participa da Aliança.

A Aliança serve para promover o diálogo nacional e regional sobre sustentabilidade, comércio justo e integração econômica. Desde a sua criação, a ASC tem também contribuído para organizar duas conferências: 1) Uma reunião da sociedade civil no Rio de Janeiro, paralelamente à reunião dos chefes do Estado da União Europa, da América Latina e do Caribe; 2) e um Fórum das Cidadãs em Toronto, precedente à reunião dos Ministros do Comércio das Américas sobre as negociações sobre a ALCA em Toronto em novembro de 1999. Considerando a falta de informação pública sobre as negociações sobre a ALCA, a ASC lançou uma campanha para "liberar o texto" das negociações. Elaborou também a nova versão das "Alternativas para as Américas".

A Segunda Conferência dos Povos das Américas aconteceu entre os dias 17 e 21 de abril de 2001 em Québec, Canadá, precedente à próxima Cúpula oficial das Américas. Foi organizada pela ASC em parceira com duas entidades canadenses: a Rede da Integração Hemisférica de Quebec; e a organização Common Frontiers. A Cúpula concluiu com a Declaração da Segunda Cúpula dos Povos, criticando o processo de construção da ALCA, os princípios da globalização e do neoliberalismo. Sob o lema "Outras Américas são possíveis", a ASC requer a defesa de valores democráticos fundamentais, tal como a garantia dos direitos humanos, a igualdade entre os homens e as mulheres, o direito à comunicação, uma educação digna e um comércio justo.

 Aliança por um Mundo Responsável, Plural e Solidário Instituto Terrazul faz parte da Aliança por um Mundo Responsável, Plural e Solidário, um grupo informal de pessoas e organizações que desejam trabalhar coletivamente e contribuir para as transformações que respondam aos desafios do século XXI. A Aliança foi iniciada sob o nome de Plataforma por um Mundo Responsável e Solidário em 1993, devido à iniciativa de vários parceiros da FPH (Fundação Charles Leopold Mayer para o Progresso da Humanidade). Durante 1994-1995, o texto da Plataforma foi difundido no mundo inteiro, propondo um diagnóstico da natureza e das causas dos desequilíbrios do nosso mundo e uma apresentação dos valores e princípios de ação para um mundo mais responsável e solidário. A difusão do texto acabou por criar a Aliança por um Mundo Responsável, Plural e Solidário.

Grupos regionais se puseram em ação, formando redes temáticas internacionais, lidando com as grandes questões de nosso tempo: a gestão sustentável da água; a integração regional e a globalização; os mercados financeiros; arte; socioeconomia solidária e outros. Trata-se de criar novas formas de ação coletiva partindo do local ao global, a fim de influenciar conjuntamente o futuro de um mundo cada vez mais complexo e interdependente. Os canteiros temáticos são agrupados em 4 pólos: 1) valores e cultura; 2) economia e sociedade; 3) governabilidade e cidadania; e 4) humanidade e biosfera. Em 1997, a Aliança reuniu-se a nível internacional, em Bertioga, São Paulo. Várias conferências seguiram : quatro Assembléias Continentais simultâneas (África, Américas, Ásia, Europa) foram organizadas, além de um encontro no mundo árabe, em junho de 2001. Uma Assembléia Mundial dos Cidadãos aconteceu em Lille (França), em dezembro de 2001.

Apoiadores

 Alternatives Alternatives é uma organização canadense, sediada na cidade de Montreal, no Estado de Quebec. Alternatives se dedica a desenvolver a solidariedade, a justiça, a igualdade entre os indivíduos e as comunidades, tanto nos países desenvolvidos quanto nos países em desenvolvimento. No Brasil, Alternatives apóia várias iniciativas sociais, destacando a realização, juntamente com o Instituto Terrazul do programa Gênero, Produção e Natureza e o Programa de Intercâmbio Furetez dans le Monde, que apóia a homepage do Instituto.

Ativo em 35 países do mundo, Alternatives apóia as iniciativas tomadas pelos movimentos comunitários em favor do respeito aos direitos econômicos, sociais e políticos das pessoas e das comunidades afetadas pela pobreza, pela discriminação, pela exploração e pela violência. A organização trabalha em parceira com grupos de homens e mulheres que decidiram de tomar iniciativas de progresso, de respeito, de justiça, de paz e de desenvolvimento sustentável. Alternatives apóia também o estabelecimento de redes destes grupos para que possam aproveitar uns das experiências e dos sucessos dos outros. Alternatives não se dedica à caridade no sentido clássico. A sua idéia é de colaborar, de promover e de avançar os direitos dos indivíduos e das coletividades.

 BRIDGES

Outros links

 FETRACE
 CTERA. Confederación de Trabajadores de la Educación de la República Argentina
 CUT Nacional. Central Única dos Trabalhadores
 ESPLAR. Centro de Pesquisa e Assessoria
 MST.
 MAB. Movimento dos Atingidos por Barragens
 Rede Ecossocialista
 Carta da Terra
 Agenda 21(Ministério do meio-ambiante)
 Cúpula Rio + 10
 Campanha Nacional contra a ALCA
 Fórum Social Mundial

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Fórum

Associação Civil Alternativa Terrazul,

Rua Goiás No 621. Bairro: Pan-Americano. Cep: 60441000 Fortaleza - Ceará - Brasil

E-mail: alternativa.terrazul@terra.com.br tel: + 55 85 32810246

Alternatives International

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